domingo, 6 de novembro de 2011

...

Penso, logo, existo
Mas, se penso e sei que existo,
Sofro porque existo
Penso, sofro e ainda resisto

Da caneta à enxada existem n'determinações
Ações, revoluções e compulsões,
Não obstante poucas revoluções
O teatro cotidiano que te veste de palhaço

Penso, logo, penso
A lógica absoluta da vida
Bastar-se a si mesmo
Assim como a nada...

Quem dera eu
Ignorar tudo que sei
Sem saber que assim o faço
Viver por viver e mais nada.

Eduardo Gerino"

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